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	<title>Processos - Merithu</title>
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	<title>Processos - Merithu</title>
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		<title>O que realmente atacamos: o sintoma ou o problema?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guilherme]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 16:43:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No mundo corporativo, os problemas fazem parte do ambiente de trabalho. Todos os dias nos deparamos com diversos deles. Neste artigo quero trazer uma reflexão sobre como devemos tratá-los. O que nem todos os gestores se atentam é que a parte visível do problema, que os incomoda no dia a dia, é somente o seu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No mundo corporativo, os problemas fazem parte do ambiente de trabalho. Todos os dias nos deparamos com diversos deles. Neste artigo quero trazer uma reflexão sobre como devemos tratá-los.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que nem todos os gestores se atentam é que a parte visível do problema, que os incomoda no dia a dia, é somente o seu sintoma. O que vem a tona não é a causa do problema e sim o seu efeito. E normalmente gasta-se muita energia e por vezes dinheiro tentando atacar o sintoma e não a causa. A consequência desta abordagem tem resultado efêmero: atacando o efeito, tem-se um resultado imediato, mas não duradouro. A causa continua lá, se preparando para agir novamente. E podem estar seguros, ela voltará a atacar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E é esta forma de encarar os problemas que diferencia os gestores de sucesso dos demais. Os gestores que obtêm êxito são aqueles que não atacam somente os sintomas e sim vão em busca das causas raiz. Somente com a eliminação das causas raiz é que efetivamente o problema será resolvido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um exemplo lúdico sobre o que estou falando temos em casa. Não é raro termos em casa algum membro da família com febre, principalmente crianças. Como responsáveis o que fazemos? O mais comum é darmos por conta própria um antitérmico e/ou anti-inflamatório como dipirona, ibuprofeno ou paracetamol e esperar a febre baixar. Mas a febre é um sintoma ou uma causa? Ela é somente o sintoma. E por que agimos assim? Porque nossa experiência diz que como a probabilidade da causa da febre ser uma virose é alta, atacar somente o sintoma normalmente é suficiente. Mas e se a causa da febre não for uma virose? Ao negligenciarmos a ida ao médico para encontrar a causa raiz da febre, perdemos um tempo que pode fazer falta na cura de eventual doença que não seja uma virose.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este comportamento é refletido nas empresas onde trabalhamos. Nossa experiência frente ao problema nos deixa seguros para agir atacando o sintoma. Nos esquecemos da busca pela causa raiz. A pressão pelo resultado imediato nos leva a direcionarmos ações para atacar o fogo e não a causa dele. É claro que atacar o fogo faz parte de um plano de ação emergencial, não podemos deixá-lo crescer, mas o que quero nessa reflexão é mostrar que um bom gestor, após as chamas se extinguirem, volta ao local do incêndio, analisa o rescaldo para entender por que o ambiente pegou fogo e aí sim, monta um segundo plano de ação para atacar as causas raiz de forma a evitar que o ambiente pegue fogo novamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Numa das empresas onde passei, vivenciei uma crise de qualidade com um dos seus produtos: começou a aumentar o número de reclamações dos clientes sobre um determinado defeito no produto. De imediato a área de pós-venda montou um comitê de crise para receber estas reclamações que no seu plano de ação tinha uma única ação: providenciar a rápida troca dos produtos com defeito, mitigando o descontentamento dos clientes. Neste momento estava-se apagando o incêndio. Não demorou muito para a empresa perceber que as reclamações não diminuíam, já que a causa raiz do problema não estava sendo atacada. Liderei então um segundo grupo de trabalho para entender o porquê do defeito e com alguns estudos descobrimos a causa raiz, que ao ser atacada estancou o problema das reclamações dos clientes. Pelo hábito de atacar primeiro o sintoma, a empresa perdeu mais de um mês entre a criação do comitê de crise e a montagem do grupo de trabalho do estudo da causa raiz, o que deixou muitos outros clientes insatisfeitos sem contar o prejuízo com a troca dos produtos com defeito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com este breve texto, espero tê-los feito pensar sobre qual gestor estamos sendo, aqueles que atacam os sintomas, têm resultado imediato e estão sempre com a agenda cheia pois precisam voltar aos mesmos problemas, ou aqueles que voltam para encontrar a causa raiz e conseguem eliminar o problema, liberando tempo na sua agenda para novos estudos e desafios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Artigo escrito por George Bratti, consultor da Merithu Consultoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://merithu.com.br/2025/08/25/o-que-realmente-atacamos-o-sintoma-ou-o-problema/">O que realmente atacamos: o sintoma ou o problema?</a> first appeared on <a href="https://merithu.com.br">Merithu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>GPR e GPD: Metodologias essenciais para alcançar resultados extraordinários</title>
		<link>https://merithu.com.br/2025/08/07/gpr-e-gpd-metodologias-essenciais-para-alcancar-resultados-extraordinarios/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=gpr-e-gpd-metodologias-essenciais-para-alcancar-resultados-extraordinarios</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 14:14:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um mundo cada vez mais dinâmico e competitivo, a busca por resultados concretos e sustentáveis deixou de ser apenas uma meta para se tornar uma obrigação. Nesse contexto, dois conceitos fundamentais ganham destaque: Gestão para Resultados (GPR) e Gestão pelas Diretrizes (GPD). Embora compartilhem o mesmo objetivo (garantir o alcance das metas organizacionais) GPR [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em um mundo cada vez mais dinâmico e competitivo, a busca por resultados concretos e sustentáveis deixou de ser apenas uma meta para se tornar uma obrigação. Nesse contexto, dois conceitos fundamentais ganham destaque: Gestão para Resultados (GPR) e Gestão pelas Diretrizes (GPD). Embora compartilhem o mesmo objetivo (garantir o alcance das metas organizacionais) GPR e GPD possuem focos e papéis distintos, complementares e fundamentais para o sucesso de qualquer empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O GPR tem como foco principal o “o quê” precisa ser alcançado. É uma abordagem que coloca a ênfase no atingimento de metas mensuráveis, traduzidas em indicadores de desempenho (KPIs) claros e alinhados aos objetivos estratégicos da organização. Em outras palavras, o GPR visa garantir que todos os esforços de uma área ou de uma empresa estejam direcionados para a obtenção de resultados concretos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o GPR exige uma definição rigorosa de metas e indicadores, além de um acompanhamento constante do progresso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, GPD tem como foco o “como” chegar aos resultados. Enquanto o GPR define o destino, o GPD estabelece o caminho para chegar lá. Essa abordagem busca traduzir a estratégia em ações concretas, promovendo o desdobramento das metas globais em metas táticas e operacionais que envolvem todas as áreas e níveis hierárquicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O GPD funciona como um elo entre a alta gestão e a operação. Por meio dele, diretrizes estratégicas são desdobradas em planos de ação detalhados, alinhados aos recursos e às capacidades de cada área.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A combinação de GPR e GPD cria um ciclo virtuoso: o GPR estabelece metas claras e mensuráveis, enquanto a GPD garante que essas metas sejam alcançadas de forma coordenada e eficiente. Essa integração fortalece a cultura de responsabilidade e de foco em resultados, promove a melhoria contínua e impulsiona a competitividade organizacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ambiente empresarial contemporâneo exige das organizações uma postura proativa e orientada a resultados. O GPR e o GPD são duas metodologias poderosas e complementares que tornam possível não apenas sonhar com grandes resultados, mas efetivamente alcançá-los.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que adotam essas abordagens de forma integrada criam um ambiente de disciplina, foco e aprendizado constante. Cada colaborador, cada gestor e cada área sabe exatamente o que precisa fazer e como contribuir para o sucesso da organização. Em tempos de mudanças rápidas e desafios constantes, ter GPR e GPD como pilares de gestão pode ser o diferencial que transforma planos em resultados extraordinários. Afinal, empresas que transformam metas em realidade são aquelas que entendem que o “o quê” e o “o como” são igualmente importantes na jornada rumo ao sucesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Artigo escrito por <a href="https://merithu.com.br/equipe/alessandro-albiero/" title="">Alessandro Albiero</a>, vice-presidente da Merithu Consultoria</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://merithu.com.br/2025/08/07/gpr-e-gpd-metodologias-essenciais-para-alcancar-resultados-extraordinarios/">GPR e GPD: Metodologias essenciais para alcançar resultados extraordinários</a> first appeared on <a href="https://merithu.com.br">Merithu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>CSC: Uma Estratégia para o Crescimento Acelerado do Seu Negócio</title>
		<link>https://merithu.com.br/2025/06/30/csc-uma-estrategia-para-o-crescimento-acelerado-do-seu-negocio/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=csc-uma-estrategia-para-o-crescimento-acelerado-do-seu-negocio</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Hendler]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 14:03:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um ambiente organizacional cada vez mais complexo, a implementação de um Centro de Serviços Compartilhados (CSC) surge como uma estratégia transformadora. O CSC permite que empresas concentrem sua energia no core business, enquanto uma estrutura dedicada de back-office gerencia processos essenciais com eficiência e consistência. Organizações que operam em múltiplas localidades, setores ou indústrias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em um ambiente organizacional cada vez mais complexo, a implementação de um Centro de Serviços Compartilhados (CSC) surge como uma estratégia transformadora. O CSC permite que empresas concentrem sua energia no core business, enquanto uma estrutura dedicada de back-office gerencia processos essenciais com eficiência e consistência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações que operam em múltiplas localidades, setores ou indústrias encontram no CSC uma solução para padronizar atividades semelhantes, muitas vezes dispersas e executadas de maneira inconsistente. Essa centralização resulta em economias significativas, potencializando a eficiência e atingindo reduções de custos que podem superar 30%. Ao alinhar processos, o CSC minimiza erros, otimiza a gestão e libera recursos para que as áreas principais se concentrem no crescimento e inovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o CSC desempenha um papel vital no desenvolvimento de talentos. Ao reunir profissionais em um ambiente estruturado e orientado por processos, ele se torna um formador de líderes com a capacidade de aplicar uma mentalidade estratégica em toda a companhia. Essa base de talentos não só alimenta o CSC, mas também enriquece a organização como um todo, promovendo uma cultura de melhoria contínua e adaptação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro benefício crucial do CSC é sua habilidade para absorver variações de escala. Seja em tempos de expansão rápida ou durante reestruturações, um CSC bem gerido adapta-se sem se tornar um gargalo operacional. Essa flexibilidade é essencial para manter a consistência e a qualidade, mesmo frente a mudanças significativas na demanda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Merithu Consultoria, entendemos o potencial transformador de um CSC. Se sua empresa busca maximizar a eficiência operacional e explorar novas oportunidades estratégicas, convidamos você a entrar em contato. André Gontijo, nosso especialista, está à disposição, juntamente com nosso time, para discutir como podemos ajudar sua organização a alcançar novos patamares de eficiência e crescimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Artigo escrito por <a href="https://merithu.com.br/equipe/eduardo-baltar/" title="">Eduardo Baltar Bernasiuk</a>, CEO, e André Gontijo, Consultor Especialista em CSC e Membro do Comitê de Projetos e Processos da Merithu Consultoria</p><p>The post <a href="https://merithu.com.br/2025/06/30/csc-uma-estrategia-para-o-crescimento-acelerado-do-seu-negocio/">CSC: Uma Estratégia para o Crescimento Acelerado do Seu Negócio</a> first appeared on <a href="https://merithu.com.br">Merithu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Crise à Vista? Por Que Uma Gestão Inteligente da Necessidade de Capital de Giro é o Fator Decisivo para Sobreviver</title>
		<link>https://merithu.com.br/2025/06/05/crise-a-vista-por-que-uma-gestao-inteligente-da-necessidade-de-capital-de-giro-e-o-fator-decisivo-para-sobreviver/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=crise-a-vista-por-que-uma-gestao-inteligente-da-necessidade-de-capital-de-giro-e-o-fator-decisivo-para-sobreviver</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Hendler]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 14:18:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Custos]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em tempos de incerteza econômica, um aspecto se destaca para quem quer atravessar a crise: liquidez. Mais do que nunca, empresas que entendem e dominam sua Necessidade de Capital de Giro (NCG) têm vantagem competitiva — ganhando tempo, oxigênio e flexibilidade para agir enquanto concorrentes patinam. Entre a Crise e a Sobrevivência: O Que Faz [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em tempos de incerteza econômica, um aspecto se destaca para quem quer atravessar a crise: <strong>liquidez</strong>. Mais do que nunca, empresas que entendem e dominam sua <strong>Necessidade de Capital de Giro (NCG)</strong> têm vantagem competitiva — ganhando tempo, oxigênio e flexibilidade para agir enquanto concorrentes patinam.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entre a Crise e a Sobrevivência: O Que Faz a Diferença?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É fato que fatores externos (como pandemia, inflação, restrição de crédito) afetam todos os mercados. Mas quem sabe gerir a NCG está sempre um passo à frente. Não dá para dizer que dominar este indicador garante a sobrevivência, mas é fundamental: traz margem de manobra, segurança e reduz decisões tomadas sob pressão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, uma gestão eficaz da NCG significa saber lidar com o ciclo financeiro formado pelos três grandes prazos médios:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Prazo Médio de Recebimento de Clientes:</strong> Momentos de crise empurram os clientes a pedir mais prazo para pagar, alongando o tempo que o dinheiro demora para entrar no caixa.</li>



<li><strong>Prazo Médio de Pagamento a Fornecedores:</strong> Os mesmos fornecedores, sentindo a pressão, apertam para receber mais cedo.</li>



<li><strong>Prazo Médio de Estocagem:</strong> Este é o fator “escondido” que coloca muitas empresas em risco. Quedas de demanda são comuns em crises, e raramente a produção ou os estoques reagem tão rápido quanto o mercado: o resultado é prateleiras (ou depósitos) lotados de matéria-prima, produtos intermediários ou acabados que demoram a girar e consomem caixa sem retorno imediato.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença está na <strong>velocidade de reação</strong>: quem acompanha de perto esses indicadores enxerga antes os desequilíbrios e consegue ajustar compras, negociações e estoques com agilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como Garantir Fôlego e Flexibilidade na Tempestade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em tempos assim, estratégia não é só revisar planejamento — mas sim tomar decisões cirúrgicas para garantir sobrevivência no curto prazo, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Incentivar clientes a pagar antes (com descontos, por exemplo)</li>



<li>Negociar prazos mais longos com fornecedores estratégicos</li>



<li>Reduzir rapidamente estoques, adaptar produção ao novo ritmo e evitar capital parado</li>



<li>Focar no que é realmente estratégico, cortando despesas e projetos que não trazem retorno agora</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Cada decisão exige dados atuais, análises rápidas e coragem para agir mesmo quando o cenário ainda é incerto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A diferença entre atravessar uma crise de cabeça erguida — ou abrir espaço para concorrentes mais preparados — está na gestão da Necessidade de Capital de Giro. Se você quer saber como agir com inteligência e segurança, conte com quem já enfrentou cenários desafiadores e pode ajudar seu negócio a sair ainda mais forte.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fale com a Merithu e descubra, na prática, como construir mais fôlego e margem de manobra no seu negócio, mesmo frente à adversidade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Artigo escrito por <a href="https://merithu.com.br/equipe/eduardo-baltar/" title="">Eduardo Baltar Bernasiuk</a>, CEO, e Kátia Deliberalli, líder do Comitê Financeiro da Merithu Consultoria.</p><p>The post <a href="https://merithu.com.br/2025/06/05/crise-a-vista-por-que-uma-gestao-inteligente-da-necessidade-de-capital-de-giro-e-o-fator-decisivo-para-sobreviver/">Crise à Vista? Por Que Uma Gestão Inteligente da Necessidade de Capital de Giro é o Fator Decisivo para Sobreviver</a> first appeared on <a href="https://merithu.com.br">Merithu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como a Inteligência Artificial Está Revolucionando a Solução de  Problemas com o Método PDCA</title>
		<link>https://merithu.com.br/2025/05/19/como-a-inteligencia-artificial-esta-revolucionando-a-solucao-de-problemas-com-o-metodo-pdca/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-a-inteligencia-artificial-esta-revolucionando-a-solucao-de-problemas-com-o-metodo-pdca</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Hendler]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 20:16:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nós, da Merithu Consultoria, temos observado de perto como a inteligência artificial (IA) está abrindonovos caminhos para organizações que buscam solucionar problemas de forma mais ágil, profunda econsistente. Já imaginou um assistente inteligente que acompanha todo o ciclo PDCA, do diagnóstico àimplementação de planos de ação — e ainda acelera a curva de aprendizado dos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://merithu.com.br/2025/05/19/como-a-inteligencia-artificial-esta-revolucionando-a-solucao-de-problemas-com-o-metodo-pdca/">Como a Inteligência Artificial Está Revolucionando a Solução de  Problemas com o Método PDCA</a> first appeared on <a href="https://merithu.com.br">Merithu</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Nós, da <strong>Merithu Consultoria</strong>, temos observado de perto como a inteligência artificial (IA) está abrindo<br>novos caminhos para organizações que buscam solucionar problemas de forma mais ágil, profunda e<br>consistente. Já imaginou um <strong>assistente inteligente</strong> que acompanha todo o ciclo PDCA, do diagnóstico à<br>implementação de planos de ação — e ainda acelera a curva de aprendizado dos times e dos clientes?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O PDCA Potencializado por IA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O método PDCA continua sendo um dos pilares na solução de problemas: <strong>Planejar, Fazer, Checar, Agir</strong>.<br>No entanto, muitos times esbarram na falta de repertório técnico, experiência ou visão sistêmica para<br>identificar causas-raiz e priorizar ações realmente transformadoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pensando nisso, nós da Merithu desenvolvemos um <strong>prompt estruturado</strong> que funciona como um verdadeiro<br>assistente inteligente. Esse recurso conduz cada etapa do processo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Identificação precisa do problema central</strong></li>



<li><strong>Análise detalhada do fenômeno</strong> (quebrando o problema em partes menores)</li>



<li><strong>Levantamento e priorização das causas</strong></li>



<li><strong>Desenvolvimento colaborativo do plano de ação</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O grande diferencial? A IA consulta um universo de <em>dados disponíveis</em>, trazendo exemplos práticos de<br>outros mercados e antecipando possíveis causas e soluções. Assim, logo nas primeiras sessões, o time já<br>conta com insights valiosos que muitas vezes só seriam descobertos após meses de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que isso acelera resultados?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando chegamos em uma nova organização, nos deparamos com um desafio clássico: o <strong>conhecimento<br>técnico está disperso</strong>, e muitas vezes o time não tem clareza metodológica de como atacar as causas certas.<br>Ao utilizar um assistente inteligente durante o PDCA, ampliamos a visão do time, conectando a experiência dos consultores Merithu ao poder de síntese e predição da IA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa abordagem reduz drasticamente a curva de aprendizado: causas e soluções relevantes surgem logo no início, acelerando os resultados dos projetos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Humanos + Tecnologia: o segredo está no equilíbrio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É fundamental reforçar: o uso do assistente inteligente <strong>não substitui o olhar humano nem a participação<br>ativa de quem conhece o processo de perto</strong>. Observação em campo, envolvimento dos responsáveis e<br>validação das análises seguem sendo insubstituíveis para garantir a qualidade e a aderência das soluções. A IA é um catalisador – mas a virada de jogo só acontece com o engajamento humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E você, já pensou em como IA e PDCA podem impulsionar os resultados do seu time? Fale com a<br>Merithu e descubra como podemos transformar, juntos, a solução de problemas na sua organização.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Artigo escrito por <a href="https://merithu.com.br/equipe/eduardo-baltar/" title="">Eduardo Baltar Bernasiuk</a>, CEO, e Antônio Hensel, consultor membro do Comitê de Soluções da Merithu Consultoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://merithu.com.br/2025/05/19/como-a-inteligencia-artificial-esta-revolucionando-a-solucao-de-problemas-com-o-metodo-pdca/">Como a Inteligência Artificial Está Revolucionando a Solução de  Problemas com o Método PDCA</a> first appeared on <a href="https://merithu.com.br">Merithu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A padronização que engaja: como avançar em maturidade de processos  sem perder as pessoas no caminho</title>
		<link>https://merithu.com.br/2025/05/07/a-padronizacao-que-engaja-como-avancar-em-maturidade-de-processos-sem-perder-as-pessoas-no-caminho/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-padronizacao-que-engaja-como-avancar-em-maturidade-de-processos-sem-perder-as-pessoas-no-caminho</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Hendler]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 20:49:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo da minha trajetória como consultor de gestão, tenho acompanhado de perto a transformação de diversas organizações — desde grandes bancos e adquirentes até indústrias e varejistas — em seus esforços para evoluir em direção a uma gestão mais estruturada, orientada por dados e processos claros. Em muitos desses projetos, o ponto de partida [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da minha trajetória como consultor de gestão, tenho acompanhado de perto a transformação de diversas organizações — desde grandes bancos e adquirentes até indústrias e varejistas — em seus esforços para evoluir em direção a uma gestão mais estruturada, orientada por dados e processos claros. Em muitos desses projetos, o ponto de partida foi o mapeamento e o redesenho de processos: entender como as coisas funcionam hoje (o famoso <em>AS IS</em>), redesenhar para uma versão mais eficiente (<em>TO BE</em>) e apoiar a organização nessa transição. Embora esse trabalho técnico demande atenção a detalhes, fluxos, sistemas e indicadores, ele não costuma ser o maior desafio. O verdadeiro obstáculo está na <strong>gestão da mudança</strong>.</p>
</div></div>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que decidem padronizar seus processos estão, na prática, buscando subir um degrau em sua <strong>maturidade de gestão</strong>. Isso significa sair de uma realidade onde cada equipe faz &#8220;do seu jeito&#8221;, com informalidade, para uma onde há regras claras, papéis bem definidos e processos replicáveis. Essa mudança geralmente vem acompanhada de ganhos como maior <strong>controle operacional</strong>, <strong>eficiência na execução</strong>, redução de retrabalhos e aumento da <strong>previsibilidade dos resultados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos ganhos menos visíveis — mas de enorme valor — é a <strong>preservação do conhecimento organizacional</strong>. Quando os processos são bem definidos, documentados e difundidos, o conhecimento deixa de estar concentrado apenas na cabeça de quem executa. Isso reduz a <strong>dependência de pessoas específicas</strong>, <strong>facilita o </strong><em><strong>onboarding</strong> </em>de novos colaboradores e protege a empresa contra perdas decorrentes de saídas ou movimentações internas. Ou seja, padronizar também é uma forma de <strong>gestão do conhecimento</strong>, que fortalece a sustentabilidade operacional no longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista dos gestores e patrocinadores da mudança, essa padronização é claramente um avanço. Mas, quando olhamos para os executores dos processos — as pessoas que estão na linha de frente — a percepção pode ser muito diferente. Muitas vezes, o que chega até eles é a sensação de que estão perdendo <strong>autonomia</strong>, que o trabalho está ficando mais burocrático, e que aquilo que antes resolviam com flexibilidade agora precisa seguir uma nova regra, muitas vezes imposta &#8220;de cima para baixo&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa <strong>divergência de percepções</strong> é um dos principais fatores que tornam difícil a implementação da padronização. Ela pode gerar <strong>choques culturais</strong>, dificultar o engajamento das equipes e até colocar em risco a continuidade da iniciativa. Não é incomum ver projetos muito bem estruturados do ponto de vista técnico sendo descontinuados porque “não pegaram”, “ninguém usava” ou “não funcionou na prática” — quando, na verdade, o problema foi a ausência de uma estratégia sólida de gestão da mudança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resistência à mudança é um fenômeno amplamente estudado na gestão organizacional. Ela não deve ser vista como sinal de má vontade ou falta de competência por parte das equipes. Muitas vezes, ela é um reflexo direto da <strong>forma como a mudança foi conduzida</strong>: sem diálogo, sem contexto e sem espaço para construção conjunta. Por isso, sempre que falamos de padronização, precisamos lembrar que ela não é apenas uma ação técnica — ela é, também, uma intervenção cultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base na minha vivência prática, trago abaixo <strong>cinco aprendizados que fazem diferença real na condução de processos de padronização com foco no engajamento</strong>:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. A escuta ativa precisa vir antes do desenho<br></strong>Antes de redesenhar qualquer processo, é essencial ouvir quem vive aquele processo no dia a dia. As equipes operacionais conhecem as exceções, os atalhos que funcionam e os gargalos que muitas vezes não aparecem no fluxo formal. Quando essas vozes são ignoradas, perde-se não apenas informação valiosa, mas também a chance de gerar <strong>pertencimento</strong>. A escuta ativa abre espaço para a construção colaborativa e reduz a resistência desde o início.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. O “porquê” importa mais do que o “como”<br></strong>Ao comunicar a mudança, muitas empresas focam em explicar <strong>como </strong>o novo processo vai funcionar. Mas o que mais engaja as pessoas é entender <strong>por que</strong> aquilo está sendo feito. Quais problemas estamos resolvendo? Que dores isso elimina? Como a mudança facilita o trabalho do time? Quando a equipe entende o propósito, ela enxerga a mudança como aliada — não como imposição.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Padronizar não é engessar — é dar clareza<br></strong>Um equívoco comum é associar padronização à rigidez. Mas, na prática, padronizar significa eliminar ambiguidades. É permitir que cada pessoa saiba exatamente qual é o seu papel, como cada atividade deve ser feita e o que se espera dela. Isso reduz conflitos, retrabalho e inseguranças. Em muitos casos, o padrão não elimina a flexibilidade — ele apenas define <strong>limites claros dentro dos quais a autonomia pode ser exercida</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. A implantação deve ser gradual, com espaço para ajustes<br></strong>Muitas implementações falham por tentar mudar tudo de uma vez. Adotar um modelo de implantação progressiva — começando por um piloto, ajustando o que for necessário e escalando com aprendizado — é uma forma de ganhar tração e confiança. As equipes percebem que estão sendo ouvidas, que seus feedbacks geram melhorias e que o novo modelo é viável.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. A mudança precisa continuar depois da entrega<br></strong>Encerrar o projeto no momento em que o processo é definido ou o sistema é configurado é um erro comum. O verdadeiro sucesso está na <strong>adoção consistente da mudança ao longo do tempo</strong>. Isso exige acompanhamento próximo, rituais de performance (como reuniões de rotina), indicadores visíveis e abertura para ajustes contínuos. O processo amadurece quando a nova forma de trabalhar vira prática cotidiana — e isso leva tempo e disciplina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>padronização bem-sucedida</strong> não é aquela que simplesmente define fluxos e responsabilidades em um documento, mas sim aquela que <strong>gera entendimento</strong>, <strong>segurança </strong>e<strong> pertencimento</strong> entre as pessoas que operam o processo. Quando as equipes compreendem o valor da mudança e se sentem parte da construção, a transição acontece de forma muito mais natural — e os resultados aparecem com mais consistência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E na sua empresa, como a padronização tem sido percebida pelas equipes?</strong><br>Esse é um tema que temos discutido com frequência em nossos projetos, e se quiser se aprofundar ou entender melhor como pensamos a estruturação de processos, <a href="https://merithu.com.br/processos/" title="aqui você encontra um pouco mais sobre a nossa 
visão.">aqui você encontra um pouco mais sobre a nossa visão.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Artigo escrito por <strong>Pedro Matzembacher</strong>, consultor da Merithu Consultoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://merithu.com.br/2025/05/07/a-padronizacao-que-engaja-como-avancar-em-maturidade-de-processos-sem-perder-as-pessoas-no-caminho/">A padronização que engaja: como avançar em maturidade de processos  sem perder as pessoas no caminho</a> first appeared on <a href="https://merithu.com.br">Merithu</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como otimizar um processo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Apr 2021 21:54:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Capabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um mercado extremamente tecnológico e competitivo, a busca por melhoria contínua já deixou de ser um diferencial das empresas mais bem-sucedidas. Com o passar do tempo, a medição, coleta de dados e acompanhamento de parâmetros de processo e de produto ficam cada vez mais simples e acessíveis. &#160; Apesar de haver tanta disponibilidade de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um mercado extremamente tecnológico e competitivo, a busca por melhoria contínua já deixou de ser um diferencial das empresas mais bem-sucedidas. Com o passar do tempo, a medição, coleta de dados e acompanhamento de parâmetros de processo e de produto ficam cada vez mais simples e acessíveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar de haver tanta disponibilidade de dados, nossos clientes costumam enfrentar desafios no momento de transformar estas informações em conhecimento gerencial para otimizar seus processos. Somente conhecendo bem o estado atual de um processo é que podemos definir ações concretas que bloqueiem as verdadeiras causas de um resultado negativo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Por onde começar?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para definir ações que otimizem um processo, é necessário entender o seu estado atual. Isso pode ser feito através de dois conceitos principais:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><span style="color: #003366;"><strong>Processo controlado</strong></span></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se analisarmos os resultados de um processo controlado perceberemos uma distribuição aproximadamente normal em torno do seu valor médio, o que quer dizer que há um nível adequado de previsibilidade em seu comportamento. Isso quer dizer que é possível utilizar resultados passados para prever o comportamento futuro do processo, definindo uma faixa de controle dentro da qual o resultado será mantido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por outro lado, pouco pode ser dito a respeito de um processo que não está controlado, já que ele é imprevisível. Um processo pode ser caracterizado como fora de controle se:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Um ou mais pontos de dados estiverem fora dos limites de controle</li>
<li>Sete pontos de dados consecutivos aumentando ou reduzindo de valor</li>
<li>Oito pontos de dados consecutivos estiverem de um lado da média</li>
<li>Quatorze pontos de dados consecutivos alternando aumento e redução</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>A carta de controle é uma ferramenta que auxilia na avaliação de um processo. Ela permite detectar quando causas especiais estão afetando o processo, para então identificá-las e eliminá-las.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"> <a href="https://merithu.com.br/2021/04/14/como-otimizar-um-processo/figura-1/" rel="attachment wp-att-7083"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone  wp-image-7083" src="https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-1-300x169.jpg" alt="" width="342" height="192" srcset="https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-1-300x169.jpg 300w, https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-1-1024x576.jpg 1024w, https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-1-768x432.jpg 768w, https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-1.jpg 1280w" sizes="(max-width: 342px) 100vw, 342px" /></a> <a href="https://merithu.com.br/2021/04/14/como-otimizar-um-processo/figura-2/" rel="attachment wp-att-7084"><img decoding="async" class="alignnone  wp-image-7084" src="https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-2-300x169.jpg" alt="" width="338" height="190" srcset="https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-2-300x169.jpg 300w, https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-2-1024x576.jpg 1024w, https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-2-768x432.jpg 768w, https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-2.jpg 1280w" sizes="(max-width: 338px) 100vw, 338px" /></a><br />
Figura 01 – Processo fora de controle                    Figura 02 – Processo sob controle</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #003366;"><strong>Capabilidade</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Determina se o processo está atendendo às especificações. Um processo 100% capaz é aquele em que a não-conformidade é zero, e existem alguns indicadores que podem ser calculados e medem a capabilidade, como o Cp, Cpk, e o número de defeitos por unidade produzida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para avaliar a capabilidade de um processo ao longo de um período determinado, a melhor ferramenta de análise é o histograma. Ao identificar no histograma os limites superior e inferior de especificação, é possível verificar a quantidade de ocorrências que estiveram fora desta faixa.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://merithu.com.br/2021/04/14/como-otimizar-um-processo/figura-3/" rel="attachment wp-att-7086"><img decoding="async" class="alignnone  wp-image-7086" src="https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-3-300x169.jpg" alt="" width="341" height="192" srcset="https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-3-300x169.jpg 300w, https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-3-1024x576.jpg 1024w, https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-3-768x432.jpg 768w, https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-3.jpg 1280w" sizes="(max-width: 341px) 100vw, 341px" /></a> <a href="https://merithu.com.br/2021/04/14/como-otimizar-um-processo/figura-4/" rel="attachment wp-att-7087"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-7087" src="https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-4-300x169.jpg" alt="" width="363" height="204" srcset="https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-4-300x169.jpg 300w, https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-4-1024x576.jpg 1024w, https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-4-768x432.jpg 768w, https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-4.jpg 1280w" sizes="(max-width: 363px) 100vw, 363px" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Figura 03 – Processo baixa capabilidade               Figura 04 – Processo alta capabilidade</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong style="color: #000000;"><br />
</strong>Os quatro estados de um processo</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Donald J Wheeler (1992) desenvolveu um quadro que cruza os conceitos de processo controlado e capabilidade, sendo possível classificar todo e qualquer processo em quatro situações ou estados. A figura 05, abaixo, representa estas combinações em seus quatro quadrantes.</p>
<h3></h3>
<p style="text-align: center;"><a href="https://merithu.com.br/2021/04/14/como-otimizar-um-processo/figura-5/" rel="attachment wp-att-7089"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-7089" src="https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-5-300x169.jpg" alt="" width="620" height="349" srcset="https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-5-300x169.jpg 300w, https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-5-1024x576.jpg 1024w, https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-5-768x432.jpg 768w, https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Figura-5.jpg 1280w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong><span style="color: #003366;">O ESTADO IDEAL</span></strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um processo no estado ideal apresenta aproximadamente 100% de conformidade em seus produtos e está em controle estatístico. Quando esse estado é atingido a tendência prevista é que os resultados se mantenham na faixa histórica. Para a manutenção da situação deve-se ter um acompanhamento robusto do processo através de cartas de controle.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um processo somente estará no estado ideal ao atender quatro condições:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>O processo precisa estar inerentemente estável ao longo do tempo</li>
<li>O processo precisa ser operado de uma maneira estável e consistente. As condições operacionais não podem ser alteradas arbitrariamente;</li>
<li>O resultado médio deve ser definido e mantido em um nível adequado;</li>
<li>A variabilidade natural do processo deve ser menor do que a faixa de especificação do produto.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong><span style="color: #003366;">O ESTADO LIMIAR</span></strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>O estado limiar é caracterizado por produzir alguns produtos fora da faixa de especificação, mesmo operando com um nível razoável de controle. Pelo fato de a operação estar controlada e ser previsível, se nada for feito a mesma quantidade de não conformidades será produzida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sair do estado limiar para o ideal é uma tarefa difícil, pois será necessário fazer alterações significativas no processo. As mudanças devem ser capazes de reduzir a variabilidade ou ainda mover o resultado médio para mais perto do centro da faixa de especificação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No caso de não ser possível realizar este tipo de modificação no processo, será necessário alterar a faixa de especificação para tolerar a variabilidade de resultados. Esse caminho pode esbarrar em demandas do mercado ou de clientes e, por isso, é menos recomendado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na situação em que nenhuma das alternativas anteriores seja viável, uma etapa de 100% de inspeção do produto pode ser implementada. Esta solução deve ser aplicada apenas em último caso, já que inevitavelmente haverá falhas de inspeção, o que não eliminará produtos fora de especificação de serem enviados para o cliente do processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5></h5>
<h5><strong><span style="color: #003366;">À BEIRA DO CAOS</span></strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse estado pode ser difícil de imaginar, pois ocorre quando o processo não está controlado, porém é capaz de produzir 100% dentro da especificação. O fato de não haver rejeições ou reclamações de clientes pode levar a crer que esse processo não merece atenção, o que é uma interpretação errada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar de entregar produtos 100% conformes, esta situação seguramente não se sustentará por muito tempo. Um processo à beira do caos não está sob controle, o que o torna totalmente imprevisível. A única maneira de trazer o processo para a situação ideal é com a identificação das causas especiais, através do acompanhamento com uma carta de controle. Ao eliminar as causas especiais, o processo será controlado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong><span style="color: #003366;">CAÓTICO</span></strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>No estado caótico o processo está fora de controle e produzindo produtos fora de especificação. Nesse estado não é possível estimar como a quantidade de produto não conforme varia ao longo do tempo, já que não há previsibilidade. Infelizmente, a tendência de qualquer processo que não recebe o devido acompanhamento é o estado caótico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Normalmente nesse estado o gestor sabe que há um problema, porém não tem a mínima ideia do que fazer. Os esforços de otimização são frustrados pela presença de causas especiais, e modificações no processo não obtém sucesso perceptível pois as mesmas causas especiais não foram eliminadas e continuam gerando variabilidade no resultado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A única forma de sair desta situação é eliminando as causas especiais, e ao fazer isso, pode haver uma mudança para duas situações distintas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A primeira delas é a passagem do estado caótico diretamente para o ideal. Isso ocorre quando a eliminação de causas especiais é suficiente não apenas para controlar o processo, mas também para trazer o produto para a faixa de especificação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já a segunda ocorre quando eliminamos as causas especiais, porém não conseguimos atingir a especificação, o que caracteriza a situação do Estado Limiar. Nesse caso, para finalmente alcançar o estado ideal, será necessário fazer modificações no processo que reduzam a variabilidade natural e garantam o atingimento da especificação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conhecimento profundo do processo é fundamental para que os produtos sejam produzidos de forma econômica (baixo custo) e conforme as especificações do cliente. Este conhecimento só é possível através da coleta, tratamento e análise dos dados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conhecendo as características do processo, suas falhas e as causas especiais das não conformidades pode-se, através do envolvimento dos técnicos e operadores, transformar processos caóticos em processos ideais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na MERITHU entendemos que o controle de processo é a única forma de otimizar os custos de maneira consistente, atendendo de forma completa os requisitos especificados pelos clientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se você deseja ter resultados surpreendentes e previsíveis, nos procure, pois possuímos uma equipe especializada em conduzir análises de causa nos processos e resolver os problemas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bibliografia</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>WHEELER, Donald J., CHAMBERS, David S., Understanding Statistical Process Control, second edition, SPC Press, Knoxville, Tennessee, 1992</li>
<li>RIGDON, Steven E., How Do You Improve a Process?, Artigo publicado na ASQC´s magazine, Quality Progress, August 1990.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Autores:</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="https://merithu.com.br/2021/04/14/como-otimizar-um-processo/mrf_0066-1-3473671171-1535986181568/" rel="attachment wp-att-7073"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-7073" src="https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/MRF_0066-1-3473671171-1535986181568.jpg" alt="" width="105" height="105" /></a> Carlos Zilli</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>É Diretor e Consultor da MERITHU Consultoria, além de atuar como professor em cursos de graduação e pós-graduação / MBA. Durante seus 34 anos de trajetória, auxiliou organizações a melhorar seus desempenhos na área comercial, a reduzir custos e despesas, redesenhar processos, estruturar programas de inovação e gestão dos ciclos financeiros. É graduado em Engenharia Mecânica, tem MBA em Engenharia da Produção e é Mestre em Engenharia de Produção, todos pela UFSC.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="https://merithu.com.br/2021/04/14/como-otimizar-um-processo/alexandre-2/" rel="attachment wp-att-7074"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-7074" src="https://merithu.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Alexandre.jpg" alt="" width="105" height="105" /></a> Alexandre Rodrigues Conill Gomes</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atualmente é consultor no Rio Grande do Sul da MERITHU Consultoria. Durante sua trajetória, atuou na área de vendas e engenharia de processos, enquanto que no setor público trabalhou no nível central da vigilância da qualidade da água na Secretaria da Saúde do RS, auxiliando a coordenação das ações de todo o estado. É formado em Engenharia Química pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com mobilidade na University College Dublin, na Irlanda. Atualmente cursa MBA em Gestão de Projetos na Unisinos.</p>
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