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Essencialismo: A disciplinada busca por menos

Essencialismo: A disciplinada busca por menos

O livro Essencialismo mostra como podemos estruturar os nossos pensamentos para sermos mais assertivos nas nossas escolhas e definirmos as opções que tem um impacto maior nos resultados, direcionando assim os esforços no essencial. Algumas partes do livro, como mostramos nesse artigo, nos direcionam sempre buscar e compreender o que realmente é essencial!

É interessante observar como a nossa produtividade, e como as nossas decisões diárias tanto nos aspectos profissionais, quanto nos pessoais, nos afetam diariamente sem um método, sem um foco bem definido e sem uma boa execução.

No nosso dia a dia temos muitas coisas para fazer e decidir, e normalmente não conseguimos atender todas as expectativas e os compromissos do dia, será que sabemos escolher o que é essencial, o que nos trará resultado efetivo, o quão produtivos somos?

 

A SABEDORIA DA VIDA CONSISTE

 EM ELIMINAR O QUE NÃO É ESSENCIAL. — Lin Yutang

 

É necessário parar constantemente para se perguntar: “Estou investindo nas atividades certas?”.

São 3 passos para ajudar na tomada de decisão e decidir o que é essencial:

 

1º PASSO: EXPLORAR E DISCERNIR AS MUITAS TRIVIALIDADES DO POUCO QUE É VITAL

Queremos dar nosso nível máximo de contribuição: saber fazer a coisa certa, do jeito certo, na hora certa.

 

2º PASSO: ELIMINAR EXCLUIR AS MUITAS COISAS TRIVIAIS

Eliminar o que não é essencial significa dizer não a alguém, muitas vezes, e também ir contra as expectativas sociais.

 

3º PASSO: EXECUTAR REMOVER OBSTÁCULOS PARA QUE A EXECUÇÃO QUASE NÃO EXIJA ESFORÇO

Em vez de forçar a execução, os essencialistas investem o tempo que pouparam para criar um sistema que remova obstáculos e torne a execução o mais fácil possível.

Sem dúvida, o trabalho árduo é importante. Porém, mais esforço não gera necessariamente mais resultado. “Menos, porém melhor”, sim.

Acostumar-se à ideia de “menos, porém melhor” pode ser mais difícil do que parece, principalmente quando no passado fomos recompensados por fazer mais… e mais e mais. No entanto, em determinado momento, mais esforço provoca uma estagnação em nosso progresso. Certamente a ideia de uma correlação direta entre resultado e esforço é atraente. Parece justa. No entanto, as pesquisas mostram um quadro bem diferente em muitas áreas.

A maioria já ouviu falar do princípio de Pareto ou princípio 80/ 20. Essa ideia foi apresentada na década de 1790 por Vilfredo Pareto, que determinou que 20% do nosso esforço produz 80% dos resultados. Muito depois, em 1951, no livro Controle da qualidade, Joseph Moses Juran, um dos pais do movimento da qualidade total, expandiu essa ideia e a chamou de “Lei das Poucas Coisas Vitais”. Ele observou que é possível melhorar imensamente a qualidade de um produto resolvendo uma fração minúscula dos problemas.

Alguns acreditam que a relação entre esforço e resultado é ainda menos linear e obedece à “lei de potência”, como chamam os cientistas. De acordo com essa lei, alguns esforços produzem exponencialmente mais resultados do que outros.

A realidade avassaladora é: vivemos num mundo onde quase tudo não vale nada e pouquíssimas coisas têm um valor excepcional. Como escreveu John Maxwell, “Não é possível superestimar a desimportância de quase tudo”.

Fazendo uma analogia da parte do Planejamento (P) do Método (PDCA) : (P1) Identificar o problema e (P2) Análise Fenômeno, as partes P1 e P2 ajudam na identificação do foco principal do problema, com as ferramentas da qualidade na parte P2, por exemplo, usando a estratificação e o Pareto validamos o foco e os esforços nas alavancas onde realmente conseguimos os resultados efetivos. Sabemos que na etapa do Planejamento ainda temos (P3) Análise do Processo (Causas) e (P4) Plano de Ação, isto é, além de identificar o problema “essencial” devemos também executar as ações conforme as causas do problema para alcançar um resultado efetivo.

 

ESTRATÉGIA É FAZER ESCOLHAS, É ABRIR MÃO.

É ESCOLHER DELIBERADAMENTE SER DIFERENTE. — Michael Porter

 

Certa vez Jim Collins, autor do clássico de administração Empresas feitas para vencer, ouviu de Peter Drucker que era possível desenvolver uma grande empresa ou desenvolver grandes ideias, mas não ambas ao mesmo tempo. Jim escolheu as ideias. Em consequência dessa opção de perder para ganhar, sua empresa só tem três funcionários em horário integral, mas suas ideias chegaram a dezenas de milhões de pessoas por meio de seus livros.

 

A motivação e a cooperação se deterioram quando não há um propósito definido.

 

É possível oferecer treinamento em qualquer que seja a área para melhorar as habilidades dos líderes, mas, se a equipe não tiver clareza quanto a metas e papéis a desempenhar, os problemas vão crescer e se multiplicar.

Essa não é apenas a minha teoria, diz o autor, ou algo que li em qualquer livro de negócios. Depois de coletar dados de mais de 500 pessoas sobre a experiência delas em equipes, descobri uma realidade constante: quando existe uma falta grave de clareza a respeito do que a equipe representa, de suas metas e de seus papéis, os funcionários ficam confusos, estressados e frustrados. Por outro lado, quando o nível de clareza é alto as pessoas prosperam.

Sem foco, há desperdício de tempo e energia nas muitas trivialidades. Se o objetivo está claro, porém, todos são capazes de alcançar mais progresso e inovação nas áreas verdadeiramente vitais.

O livro nos mostra claramente a importância de um propósito em todas as nossas atitudes, no mundo empresarial isso fica ainda mais evidente,  para a empresa, para a equipe e para as pessoas, esse propósito podemos de certa forma chamar das metas, metas da equipe e metas das pessoas que de forma sistêmica devem ser construídas passando da Estratégia da empresa até a operação. Todos de alguma forma participando e construindo juntos! Cada um com o seu propósito, junto com os demais transformando os resultados e em um propósito maior. Assim a empresa cresce e pessoas se desenvolvem, se desafiam, na execução do essencial, e esse essencial “conversando” com o propósito ou a meta global! Buscando sempre fazer “Menos, porém melhor”!

 

Marcelo Alves | Consultor da MERITHU

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